Medo...!

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Mais angustiante que

a sensação de estar perdida,

é o medo de não encontrar a saida...!



*Ilustração: Imagem retirada da internet.
Atualização em 02/07/09 as 19:00 hs.
Existem saídas para tudo! Nas minhas visitas nessa blogosfera, me deparei com o blog
http://aparakaki.blogspot.com/ . Saber ser feliz com o que se tem e com o que se pode... Eis a receita! Uma visita que valerá a pena... Com certeza!
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Sentimentos aleatórios...

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Um pouco solidão

Muita ilusão

Quanta aflição...!





*. Ilustração: Imagem retirada da internet.
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Voce me deixa assim...!

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Voce me deixa assim...!

Sem ar
Sem fôlego
Sem chão

Voce me deixa assim...


Sem graça
sem palavras,
Sem assunto

Voce me deixa assim ...

Sem saber o que fazer
Sem saber o que dizer
Sem saber o que pensar

Voce me deixa assim...

Te querendo
Te desejando
Te esperando
Te sonhando...!

Voce me deixa assim ...

Escrevendo coisas sem nexo
Pensamentos desconexos
Totalmente sem plexo...!






PSII: Desde de ontem tenho assinado como AVA, e assim vai permanecer. Vai um pouco de mim com Avassaladora, mas ainda fica todo o meu ímpeto de viver o que ainda posso viver... Avassaladoramente...rs
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Ausência...!

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A sua ausência me estilhaça, me rasga como um raio rasga os céus em noites tempestivas...

e fico assim, como fera enjaulada em pleno cio, sem ter como fugir, como escapar, cercada pelo nada e pelo silêncio, onde só escuto os gemidos da minha fome engolida, porém não saciada.

Despi-me de todos os meus receios, dos meus medos, dos meus pudores, e por três longas noites esperei por você na minha nudez envergonhada e trêmula;

(eu nua de todos meus outros eus, eu nua de máscaras, eu apenas eu, em todas aquelas horas).

enquanto esperava vislumbrei outros vultos, senti-os debaixo das unhas, mas não fui de nenhum...

(que outro olhar não quero. que outra boca meus lábios não beijam. que outro peso meu corpo não sustenta).

o nome que me cala é o seu. é você a sede que me abrasa. é seu o sabor da minha saliva, o gosto que sinto na minha língua.

por três solitárias noites supliquei-lhe em silêncio:

vem! toca-me/ lambe-me/ desgoverna os meus rumos/ desvenda os meus segredos/ despe-me desta casca casulo em que me guardo/ consome tudo o que há em mim para consumir...

mas você não veio e eu continuei deserta.

por três frias noites eu queimei até que virei cinzas.

(e ainda assim restou mais e mais de mim a arder).

e agora
quem irá me soprar?
quem irá me espalhar?



Autora

Layla Lauar



Texto de Layla Lauar, gentilmente cedido para Minhas Vidas. Quem gostar e quiser conhecer mais dessa fantástica mulher, poeta, escritora e amiga, a postagem original é: http://duasportodas.blogspot.com/

Ilustração: Desenho retirado da internet.

PS: Ainda aprendo a desenhar...


Quero Quero, com Claudio Nucci, para acompanhar...
A ficha técnica deixo a cargo do rm, que junto com a Tetê, formam uma dupla imbativel lá no http://verbofeminino-rm.blogspot.com/


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Quem sabe, da próxima vez...!

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Não sou poeta, mas hoje, especialmente e mais intensamente hoje, estou sentindo essa tal "falta de inspiração"....

Peguei as palavras, os acentos e pontuações, os assuntos, esses, os mais rebeldes... Organizei na minha "mentescrinvaninha" e me preparei para escrever... Qual o que!

Como aquelas cartinhas do jogo de paciência, quando colocadas no local errado, voltam rapidinho ao local de origem, assim as palavras, acentos e assuntos se negam a ficar onde os coloco...

Tento achar uma saida, mudo a disposição dos "objetos de trabalho", e nada...

Minha mente está vazia.... Uma boa pergunta para algum entendido é: Por que isso acontece?

É como se os sentimentos estivessem encarcerados, e um severo carcereiro os aguardasse a saida, matando um a um, a menor tentativa de fuga...

As palavras são lindas, estão alí, alinhadas, esperando a vez de serem usadas... pontos e acentos coloridos, chamam a minha atenção, os assuntos, saltitantes, zambeteiam a minha frente...

Meu olhos vagueiam por uma tela branca... Como encaixá-los, como ordená-los, como dar sentido a algo, quando eu mesmo não vejo sentido em nada!

Recolho-os um a um e caprichosamente, os arrumo no meu "estojo mental" e os guardo desolada...

Quem sabe, da próxima vez...!


* Enquanto isso, vamos de Toada, do Boca Livre...


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TODA MULHER...!

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TODA MULHER


Autor:Bruno Bezerra


Toda mulher deve ser amada
No dia-a-dia conquistada
No ser mãe endeusada
Na cama desejada
Na boca beijada
Na alegria multiplicada
No lar compartilhada
No seu dia festejada
Na tristeza consolada
Na queda levantada
Na luta encorajada
No trabalho motivada
No aniversário presenteada
Na alma massageada
Na beleza admirada
Na dificuldade ajudada
No cangote bem cheirada
Na vida abençoada
No mundo inteiro respeitada
E sempre que possível... abraçada.

Bruno Bezerra
* Ilustração : Acrílica sobre tela. Vanessa Lima.
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Das decepções...!

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Essa semana está sendo marcada por decepções... Umas maiores outras menores...
E a certeza de que o ser humano está perdendo a sua essência...
Se no mundo real, vivemos uma situação de isolamente, de desconfiança, de descrédito nas nas pessoas, buscamos no virtual um modo de conhecer , trocar idéias, brincar, sorrir, fazer poesia e contar histórias , com gente de todas as raças e todos os credos...

Aqui nos permitimos abrir as portas da nossa "casa", para receber e tratar com carinho quem nos visita... Não precisamos de grades, de ôlho mágico, de tetra chave, de circuito interno de TV, de cerca elétrica, de sistema de alarmes sofisticados, de porteiro eletrônico e nem humanos, muito menos necessitamos de cães ferozes a rondar a casa, e ainda menos de guaritas, com guardas 24 hs....

Aqui recebemos as pessoas de braços abertos, coração limpo e um sorriso no rosto!

Queremos crer que não seremos "invadidos", por elementos que venham nos roubar a paz!

Assim como também não estamos embuídos de sentimentos que possam tirar a paz e o sossego de ninguém...

Estamos aqui para nos conhecer, escrever, cantar, brincar, conversar,soltar nossa voz, mostrar nossa alma, abrir nossos corações, nos doar...
Falamos de política, de economia, de ecologia, de música, falamos de amor,
falamos amizade, e tantos outros assuntos ...
Falamos de Guerra!
Falamos de Paz!
Falamos de mundo!
Falamos de vida!

Aqui colocamos nossos sentimentos, nossas lágrimas, nosso riso!

A amizade surge num passe de mágica... Uma visita alí, um comentário aqui, alguém nos chama a atenção por uma palavra ou uma frase mais espirituosa, brincamos, replicamos, treplicamos, e assim surgem, um a um, aqueles que vão engrossando nossa lista de pessoas especiais...

Passamos também a fazer parte das listas dos outros... Aqueles que se identificam, simpatizam, admiram, gostam, acham graça, vão nos levando com eles...

E assim está criada uma grande rede mundial de relacionamentos!

Um intricado emaranhando de pessoas se comunicando ao mesmo tempo, o tempo todo, em várias parte do mundo!!!

O Globo terrestre cabe dentro dessa telinha aqui... Essa mesma, que vc está a ler minhas elucubrações, nesse exato momento!

Mas seria tudo perfeito demais, seria maravilhoso demais, se tudo isso fosse assim tão mágico!

A perfeição não existe!

A magia não existe!

E que o está por traz dessa máquina é um ser humano...

Ah, seres humanos!!!

Esses, vez por outra, vão nos causar uma decepção...

E a despeito de toda a nossa acolhida, vão nos enfiar um punhal no peito...

E nem toda a tecnologia existente, vai impedir nosso coração de sangrar!

Porque não existe armadura medieval ou moderna, que nos proteja de tais punhais...


Um punhal chamado palavra!



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Meu Jardim!

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Meu Jardim

Vander Lee

Composição: Vander Lee


Tô relendo minha lida, minha alma, meus amores
Tô revendo minha vida, minha luta, meus valores
Refazendo minhas forças, minhas fontes, meus favores
Tô regando minhas folhas, minhas faces, minhas flores


Tô limpando minha casa, minha cama, meu quartinho
Tô soprando minha brasa, minha brisa, meu anjinho
Tô bebendo minhas culpas, meu veneno, meu vinho
Escrevendo minhas cartas, meu começo, meu caminho


Estou podando meu jardim
Estou cuidando bem de mim ...





Fotos do meu album particular. Ainda tenho meu jardim...


Para os que queiram saber mais sobre Vander Lee, mineirim que tem músicas lindas e pouco divulgadas, vejam aqui: http://www.vanderlee.com.br/novo/


MR, que gosta tanto de música. rm, que só curte os Rapazes de Liverpool, e Tetê, que adora tangos... para vcs variarem um pouco!
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Perdão!

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Em que momento extrapolamos o limite do bom senso?
Em que momento precisamos ter a humildade de pedir perdão?
Vários são os motivos que nos fazem perder a noção do limite...
Mas nenhum é mais devastador do que estar apaixonado...
A paixão nos torna infantis, inconsequentes,inseguros, imaturos. Nos torna também atrevidos, corajosos e invasores!
Pobre da pessoa, objeto de uma paixão assim...
Ninguém tem culpa de despertar uma paixão...
Assim como também não temos culpa de nos apaixonar!
Sentimentos não avisam, não mandam recados, não batem na porta... Sentimentos nos invade e fim....
Mas temos culpa sim, de não saber dosar essa paixão...Se bem que não sei se existe medida para a paixão!
Mas com certeza precisamos conseguir manter a medida do bom senso.
Ao perceber que extrapolamos todos os limites, vem a sensação do ridículo, a sensação da inconsequência, a sensação do quanto fomos invasivos...
Aí sim, é chegada a hora de pedir perdão!
Perdão pelas vezes que fomos inconvenientes...
Perdão pelas bobeiras feitas e faladas...
Perdão pelo ridículo da situação!
Perdão por querer que o objeto da nossa paixão corresponda a algo que é totalmente indiferente a ele...

Perdão por tanta paixão !
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Louco querer...!

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Quero o açoite de teus beijos

No galope de teu corpo

Num cavalgar sem fim...


Quero teus braços me enlaçando

Tuas mãos me guiando

Nossos corpos se amando

Numa explosão enfim...





**Imagem: Lady Godiva By Ruth Powers .
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Lua Adversa...!

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Lua Adversa


Autora: Cecília Meireles


Tenho fases, como a lua
Fases de andar escondida,
fases de vir para a rua...
Perdição da minha vida!
Perdição da vida minha!
Tenho fases de ser tua,
tenho outras de ser sozinha.

Fases que vão e que vêm,
no secreto calendário
que um astrólogo arbitrário
inventou para meu uso.

E roda a melancolia
seu interminável fuso!
Não me encontro com ninguém
(tenho fases, como a lua...)
No dia de alguém ser meu
não é dia de eu ser sua...
E, quando chega esse dia,
o outro desapareceu...



* Imagem: Banho de luz. Acrílico sobre tela de António Tapadinhas.
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Aridez...!

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Dias vazios...

Vazio de sentimentos... vazio de vida!
Coração oco... alma inquieta!
Dias em que o colorido da vida se esvanece e somos tomados por uma escuridão inexplicável...
A energia vital, que nos move, acaba... E não há estoques para reabastecimento.
Uma tristeza tão doída. Uma dor no peito a incomodar...
Falta de sonhar! Falta de amar! Falta de vibrar!

Uma vontade de encontrar um porto, mesmo que inseguro, onde atracar uma alma arranhada pelos arrecifes da vida.
Sou movida a paixão, a amor, a emoção...
E quando há esse esvaziamento de emoções, há uma sensação de inutilidade da vida!
O que nos faz sorrir, o que nos faz sonhar, o que nos faz delirar é o amor, a paixão!
Quando estamos apaixonados, nos tornamos crianças em um parque de diversão....
Queremos andar em todos os brinquedos... Serelepes, corremos para aquí e para acolá numa energia inesgotável!
Tudo fica diferente! Há uma vibração no ar...
Como se fôssemos atingidos por uma descarga elétrica, que nos deixa energizados, viramos a vida pelo avesso!

Mas de repente, não mais que de repente, como uma plantinha delicada, mal cuidada... os sentimentos começam a morrer...

Morre a euforia, a alegria, morre o amor, morre a esperança,morre o sonho, morre o desejo, morre o tesão, morre a emoção!

E fica o vazio... vazio de mim!

E fica a aridez da alma!
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O que há em mim...

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O que há em mim é sobretudo cansaço



O que há em mim é sobretudo cansaço
Não disto nem daquilo,
Nem sequer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço.

A subtileza das sensações inúteis,
As paixões violentas por coisa nenhuma,
Os amores intensos por o suposto alguém.
Essas coisas todas -
Essas e o que faz falta nelas eternamente -;
Tudo isso faz um cansaço,
Este cansaço,
Cansaço.

Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada -
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque eu quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...

E o resultado?
Para eles a vida vivida ou sonhada,
Para eles o sonho sonhado ou vivido,
Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...
Para mim só um grande, um profundo,
E, ah com que felicidade infecundo, cansaço,
Um supremíssimo cansaço.
Íssimo, íssimo. íssimo,
Cansaço...



Álvaro de Campos


* Nada como o Grande Poeta para falar sobre o cansaço. Talvez ele tenha se cansado até do próprio nome...Daí tantos heterônimos...


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Poetrix atrevido...!

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Noites insones




Desejos insanos




Atos profanos...





Imagem: Edward Hopper, Summer Interior, 1909.



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