Surpreender-se...!

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Podemos brincar com as palavras, podemos brincar com a vida, podemos brincar até com o destino, se estivermos num dia propício...

Mas ao brincar, devemos estar preparados para receber de volta a brincadeira... E será que estamos? Será que sabemos, deveras, de que estamos brincando de pedir para o destino, para a vida?

Minha brincadeira preferida era querer ser surpreendida. Cansada dos lugares comuns, frases feitas, mesmices enfadonhas, queria sim, essa sensação de ser surpreendida pelo destino. Só não contava que essas surpresas desejadas, pedidas, queridas, vinham assim, acompanhadas de uma sensação de que pedi demais, que poderia ser menos surpreendente. Poderia ser uma surpresinha pequenininha, tipo aquelas lembrancinhas de aniversário de criança, que a gente leva pra casa, devora tudo no dia seguinte, aquelas guloseimas que adoça a boca e acaba rápido. Não algo duradouro, inquebrável, de grande valor, belo, que a gente coloca num lugar de destaque,em algum móvel da casa, para recordar algum acontecimento especial.

Pois não há de ver que a vida me pregou uma peça, e me surpreendeu com uma surpresa gigantesca, dessas pra não esquecer. Para ficar tatuada na alma. Uma surpresa que veio para não ser esquecida....



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Tão pouco...!

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Eu só quero um sonho para sonhar
Um poema de amor ao luar
Uma ilusão para acreditar
Uma paixão para me embriagar
Tão pouco...


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